quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Glaciares e o degelo

Glaciar é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e cristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glaciar.


O gelo dos glaciares é o maior reservatório de água doce sobre a Terra, e perde em volume total de água apenas para os oceanos. As geleiras cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas nos trópicos. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotas polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.

Fonte : Manual de Geologia, 12ºano , Porto Editora

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Curvas de Nível


  •  As curvas de nível interiores têm maior cota que as que a contém. Excetuam-se as depressões fechadas;
  • São curvas fechadas;
  • Nunca se intersectam;
  • Representam o relevo do terreno. O que contribui e trabalha o relevo é a água;
  • Intersectam as linhas de água, inflecte para montante destas invariavelmente.


Reflexão: as curvas de nível representam uma linha traçada numa carta geológica ou numa carta topográfica que une pontos que se encontram a igual altitude.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Cartas Topográficas

Para desenhar o perfil topográfico procede-se do seguinte modo:

  • Traçado o segmento de recta ao longo do qual se pretende o perfil, faz-se assentar sobre o segmento, o lado de uma tira de papel.
  • Sobre esta tira marcam-se os pontos de intersecção da linha do perfil com as linhas de nível, e indicam-se os valores das cotas intersectadas. Além disso, assinala-se ainda a intersecção com pontos notáveis da planimetria, como: marcos geodésicos, estradas, caminhos de ferro, linhas de água, etc.
  • Analisando, no final, a tira com as marcações feitas procuramos o valor da cota mais alta e o valor da cota mais baixa para, deste modo, ficarmos com a noção do intervalo da distribuição das altitudes que vão figurar no perfil.
  • Seguidamente, numa faixa de papel milimétrico traça-se um gráfico bidimensional no qual figuram, em abcissas, as distâncias correspondentes à planimetria e, em ordenadas, as cotas das curvas de nível representadas sentadas na escala da carta.
  • A tira de papel sinalizada é, então, ajustada ao eixo das abcissas e a cada marcação cotada faz-se corresponder um ponto que resulta da intersecção vertical dessa marcação com a horizontal da cota da ordenada correspondente ao valor sinalizado. Os sinais da planimetria são igualmente assinalados no perfil.




    Realizámos um trabalho semelhante na aula , um perfil topográfico simples interpretação, e considerámos relevante aprofundar os nossos conhecimentos sobre a técnica. Apesar de termos sentido algumas dificuldades com determinados passos na construção, fomos também, com algum esforço, bem sucedidos. 

    Sem dúvida este tipo de trabalho torna a disciplina de Geologia mais dinâmica.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Carta Geológica

Uma Carta Geológica é um documento científico e técnico valioso onde se sintetiza, sobre um fundo topográfico adequado, informação relativa aos materiais rochosos que ocorrem na região abrangida pela carta e aos fenómenos que os afectaram.


A informação diz respeito:
- à natureza e distribuição espacial das diferentes rochas, quer em superfície, quer em profundidade;
- à posição, atitude e idade relativa, ou absoluta, dessas formações rochosas
- acidentes tectónicos verificados no decurso dos tempos geológicos (falhas, fracturas, dobramentos, etc.);
- ocorrência de substâncias minerais com interesse económico;
- localização de poços, nascentes naturais, furos de sondagem, pedreiras, etc;
- localização de jazidas fossilíferas e estações arqueológicas importantes.

Fonte : https://bgnaescola.wordpress.com

Toda esta informação é traduzida em cores e símbolos que aparecem discriminados na legenda – provém da síntese dos resultados de estudos de campo, investigação laboratorial, estudo de fósseis, análises químicas, observação de fotografias aéreas e (ou) satélite, consulta de bibliografia, de relatórios e testemunhos de sondagens.

As cartas mais modernas incluem, geralmente, colunas estratigráficas e cortes geológicos, destinados a facilitar a sua leitura e interpretação ao permitir visualizar a sequência dos estratos pela ordem da deposição ao longo dos tempos, a sua composição (litologia), sua disposição espacial e os principais acidentes que os afectam.


Reflexão:
Decidimos colocar esta informação sobre o tema das Cartas Geológicas, pois é um tema que estamos a estudar nas aulas de Geologia e que estamos a gostar particularmente. Por isso, decidimos colocá-lo no nosso e-portefólio, para que todos possam ver.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_geol%C3%B3gica

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Biostratigrafia

Biostratigrafia -  é uma ciência de fronteira entre a estratigrafia e a paleontologia, tendo como principal objetivo o estudo temporal dos fósseis existentes no registo estratigráfico.



Principio da identidade paleontológica- Admite que, nos estratos, os grupos de fósseis surgem numa ordem definida, podendo reconhecer-se um determinado período de tempo geológico pelas características dos fósseis. Às camadas que possuem o mesmo conjunto de fósseis de idade pode ser atribuída a mesma idade.Os estratos que possuam o mesmo registo paleontológico são da mesma idade.

Fonte: http://gracieteoliveira.pbworks.com

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Principios Litostratigráficos

Principio da Sobreposição-O princípio da sobreposição, um princípio geológico muito simples, que por si mesmo parece evidente, é o que estabelece que numa série de estratos sedimentares cuja disposição é aproximadamente horizontal, e que não sofreu alterações de posição, cada camada é mais moderna que a camada que recobre, mas mais antiga que a camada que a cobre.


Fonte: http://gracieteoliveira.pbworks.com


Principio da Horizontalidade- Princípio de cronologia relativa que estabelece que os sedimentos são sempre depositados em camadas horizontais. Qualquer fenómeno geológico que altere a horizontalidade é sempre posterior à sedimentação


 
Fonte: http://estratopal.blogspot.pt/

Principio da Intersecção- Qualquer corpo geológico ou estrutura que intersecte outro, é mais recente que o intersectado ou qualquer estrato  que apresente outro incluso, é mais recente que os fragmentos do incluído


Fonte: http://pt.slideshare.net/catir/princpios-estratigrficos

Principio da Inclusão-Este princípio está interessado na obtenção de uma fórmula para contar o número de elementos que pertencem a união de vários conjuntos não necessariamente excludentes ou disjuntos.

Fonte: Google Imagens

Principio da Continuidade Lateral- As camadas de sedimentos são contínuas e estendem-se até a margem de bacia de acumulação, ou se afinam lateralmente.

Fonte: Google Imagens


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Escala de tempo geológico

A escala de tempo geológico foi formada ao longo do tempo por geólogos, que tentando descobrir a idade de rochas cruzaram a informação de diferentes pontos da Terra e criaram assim a escala.
Cada intervalo de tempo da escala está dividido de acordo com um conjunto de fosseis que o caracterizam. Está assim organizada em eons, eras, períodos e épocas (do maior para o menor).
Apesar de dever ser considerada como um marco cronológico mundial, ainda não há concordância quanto aos nomes e aos limites das divisões.


Fontes: Escala de tempo geológico - Wikipédia e A escala dos tempos geológicos - fossil.uc.pt

Reflexão: Como recentemente realizamos uma escala de tempo geológico nas nossas aulas de geologia, achamos interessante colocar uma descrição mais detalhada acerca da mesma. A realização da escala deu-nos uma noção mais realista do tempo de vida do nosso planeta.