sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Uma notícia que contradiz todas as previsões

Todas as previsões tem apontado para o aumento da velocidade do degelo dos glaciares, no entanto, um novo relatório científico divulgado recentemente, tem finalmente um vislumbre de algo positivo.  Afirma que, enquanto os glaciares dos Himalaias  estão derretendo mas estão fazendo num ritmo muito mais lento do que se acreditava anteriormente.


O portador da boa notícia foi John Wahr, um pesquisador da Universidade do Colorado em Boulder . Ele e a sua equipe realizaram um estudo á sucessão gigante de montanhas utilizando medições para as alterações massa de gelo para todos os glaciares e baseando-se numa melhor análise de dados registado pelo  satélite da NASA, GRACE, de 2003 a 2010, os resultados, publicados na revista Nature , oferecem um alívio para uma região já sente os impactos do aquecimento global.
O que eles descobriram foi que a quantidade de perda anual dos glaciares do Himalaia e Karakoram não era tão terrível como tinha sido calculado por pesquisadores anteriores. Na verdade, era substancialmente menos, cerca de 4 bilhões de toneladas por ano, ao contrário da atual percepção de 50 bilhões de toneladas.

Por quê a grande divergência? John Wahr acredita que pode ser devido ao facto de que as últimas projecções serem baseadas em algumas centenas de glaciares que podem ser observados a partir do solo. No entanto, os dados do GRACE é a compilação de mais de 200.000 glaciares ou a tampa da Terra de gelo inteira.


É fascinante a forma como os glaciares se formam e mais incrível ainda são as estupendas paisagens que estes glaciares nos proporcionam, devendo nós tentar reduzir ao máximo a destruição destes, pois, uma das grandes causas do degelo dos glaciares é o aquecimento global do qual nós estamos envolvidos nele negativamente.

Bibliografia:

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O degelo dos glaciares aumenta e Portugal está em risco

Em todo o mundo, os glaciares derretem a um ritmo impressionante. Um ritmo que ultrapassa até as previsões mais pesssimistas. A tendência volta a ser confirmada por um estudo recente da Universidade da Sabóia, perto de Chambery, em França. O degelo dos glaciares é a principal causa da subida do nível dos oceanos. Portugal é um dos países em risco.

Fig.1
 Previsão da Costa Portuguesa em 2100 devido à erosão e ao degelo dos glaciares e das calotes polares
A maior parte da costa portuguesa está em risco de erosão e perda de terreno durante as próximas décadas devido às alterações climáticas. No entanto, não há nenhum estudo integrado que permita avaliar com exactidão o que vai acontecer, e onde, e que medidas são necessárias para minimizar estragos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Glaciares e o degelo

Glaciar é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e cristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glaciar.


O gelo dos glaciares é o maior reservatório de água doce sobre a Terra, e perde em volume total de água apenas para os oceanos. As geleiras cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas nos trópicos. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotas polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.

Fonte : Manual de Geologia, 12ºano , Porto Editora

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Curvas de Nível


  •  As curvas de nível interiores têm maior cota que as que a contém. Excetuam-se as depressões fechadas;
  • São curvas fechadas;
  • Nunca se intersectam;
  • Representam o relevo do terreno. O que contribui e trabalha o relevo é a água;
  • Intersectam as linhas de água, inflecte para montante destas invariavelmente.


Reflexão: as curvas de nível representam uma linha traçada numa carta geológica ou numa carta topográfica que une pontos que se encontram a igual altitude.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Cartas Topográficas

Para desenhar o perfil topográfico procede-se do seguinte modo:

  • Traçado o segmento de recta ao longo do qual se pretende o perfil, faz-se assentar sobre o segmento, o lado de uma tira de papel.
  • Sobre esta tira marcam-se os pontos de intersecção da linha do perfil com as linhas de nível, e indicam-se os valores das cotas intersectadas. Além disso, assinala-se ainda a intersecção com pontos notáveis da planimetria, como: marcos geodésicos, estradas, caminhos de ferro, linhas de água, etc.
  • Analisando, no final, a tira com as marcações feitas procuramos o valor da cota mais alta e o valor da cota mais baixa para, deste modo, ficarmos com a noção do intervalo da distribuição das altitudes que vão figurar no perfil.
  • Seguidamente, numa faixa de papel milimétrico traça-se um gráfico bidimensional no qual figuram, em abcissas, as distâncias correspondentes à planimetria e, em ordenadas, as cotas das curvas de nível representadas sentadas na escala da carta.
  • A tira de papel sinalizada é, então, ajustada ao eixo das abcissas e a cada marcação cotada faz-se corresponder um ponto que resulta da intersecção vertical dessa marcação com a horizontal da cota da ordenada correspondente ao valor sinalizado. Os sinais da planimetria são igualmente assinalados no perfil.




    Realizámos um trabalho semelhante na aula , um perfil topográfico simples interpretação, e considerámos relevante aprofundar os nossos conhecimentos sobre a técnica. Apesar de termos sentido algumas dificuldades com determinados passos na construção, fomos também, com algum esforço, bem sucedidos. 

    Sem dúvida este tipo de trabalho torna a disciplina de Geologia mais dinâmica.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Carta Geológica

Uma Carta Geológica é um documento científico e técnico valioso onde se sintetiza, sobre um fundo topográfico adequado, informação relativa aos materiais rochosos que ocorrem na região abrangida pela carta e aos fenómenos que os afectaram.


A informação diz respeito:
- à natureza e distribuição espacial das diferentes rochas, quer em superfície, quer em profundidade;
- à posição, atitude e idade relativa, ou absoluta, dessas formações rochosas
- acidentes tectónicos verificados no decurso dos tempos geológicos (falhas, fracturas, dobramentos, etc.);
- ocorrência de substâncias minerais com interesse económico;
- localização de poços, nascentes naturais, furos de sondagem, pedreiras, etc;
- localização de jazidas fossilíferas e estações arqueológicas importantes.

Fonte : https://bgnaescola.wordpress.com

Toda esta informação é traduzida em cores e símbolos que aparecem discriminados na legenda – provém da síntese dos resultados de estudos de campo, investigação laboratorial, estudo de fósseis, análises químicas, observação de fotografias aéreas e (ou) satélite, consulta de bibliografia, de relatórios e testemunhos de sondagens.

As cartas mais modernas incluem, geralmente, colunas estratigráficas e cortes geológicos, destinados a facilitar a sua leitura e interpretação ao permitir visualizar a sequência dos estratos pela ordem da deposição ao longo dos tempos, a sua composição (litologia), sua disposição espacial e os principais acidentes que os afectam.


Reflexão:
Decidimos colocar esta informação sobre o tema das Cartas Geológicas, pois é um tema que estamos a estudar nas aulas de Geologia e que estamos a gostar particularmente. Por isso, decidimos colocá-lo no nosso e-portefólio, para que todos possam ver.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_geol%C3%B3gica

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Biostratigrafia

Biostratigrafia -  é uma ciência de fronteira entre a estratigrafia e a paleontologia, tendo como principal objetivo o estudo temporal dos fósseis existentes no registo estratigráfico.



Principio da identidade paleontológica- Admite que, nos estratos, os grupos de fósseis surgem numa ordem definida, podendo reconhecer-se um determinado período de tempo geológico pelas características dos fósseis. Às camadas que possuem o mesmo conjunto de fósseis de idade pode ser atribuída a mesma idade.Os estratos que possuam o mesmo registo paleontológico são da mesma idade.

Fonte: http://gracieteoliveira.pbworks.com